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| LUVAS BARATAS! CUIDADO |
Oportunidades advindas do câmbio, ou mesmo escusas como pirataria e sonegação de impostos têm derramado no Brasil milhares de pares de luvas fora de especificação e de qualidade duvidosa.
O grande atrativo a esses produtos é seu impressionante preço abaixo da média de mercado. Porém é importante saber que os usuários que usam luvas sem qualidade, podem potencializar mais rapidamente os sintomas da alergia e trazer dificuldades para a carreira desse profissional da saúde.
Fique alerta! Use sempre luvas certificadas e de procedência conhecida. A proteção de sua saúde é uma escolha que deve levar em conta mais do que alguns centavos. |
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| por Sergio Ribeiro em 26/2/2007. |
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| PORQUE USAR AS LUVAS MUCAMBO |
Alto padrão de qualidade em luvas: - Know How do maior produtor mundial de luvas de látex (03 fábricas na Malásia e 02 no Brasil). - Baixo teor de proteínas (avançado Sistema de Lixiviação.: Resultados de testes nos EUA e Malásia) < 100 mcg/g. - Produtos químicos selecionados. - Aprimorado Sistema de Tratamento de Efluentes: preocupação contínua com a qualidade de seus produtos e com a preservação do meio-ambiente. |
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| por Sergio Ribeiro em 26/2/2007. |
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| COMO SOLUCIONAR PROBLEMAS GRAVES DE DERMATITES? |
Luvas Clorinadas Conceito: baixa concentração de proteínas e saís, geralmente abaixo 50 mcg/g, a preço competitivo. Pontos negativos: a clorinação submete a luva a um envelhecimento precoce, podendo deixa-la mais vulnerável a rompimentos, sua espessura é geralmente mais elevada reduzindo a sensibilidade tátil. Luvas com Revestimento em Polímero Sintético Conceito: perto de 0,0 mcg/g, (se revestida dos dois lados). Pontos negativos: preço mais alto que as luvas comuns, e se o revestimento for irregular a vantagem deixa de existir. Deve apresentar alto padrão de qualidade para garantir sua segurança. Luvas de Látex Sintético Conceito: segurança total contra alergia às proteínas do látex natural. Pontos negativos: preço mais alto que o látex natural, pouca elasticidade, menor sensibilidade tátil e maior vulnerabilidade ao rompimento. |
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| por Sergio Ribeiro em 26/2/2007. |
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| O QUE É LIXIVIAÇÃO? |
Processo de remoção de partículas de proteínas e sais minerais por inúmeras lavagens em tanques compostos por água corrente desmineralizada. OBS.:- A Mucambo possui um dos mais modernos sistemas para troca de água ao longo das etapas de lavagem na fabricação de suas luvas cirúrgicas.
O que é luva hipoalergênica? Baixo teor de alergênicos. Expressão indefinida, ainda não quantificada e não regulamentada pelo FDA. O que quantificar? O teor de proteínas é medido em mcg de proteína/g de luva. Como testar? Norma ASTM D 5712-00 Laboratórios capacitados nos EUA: - Leberco Celsis Testing - 123 Hawthorne St., Roselle Park, NJ - 07204-0206 Laboratórios capacitados na Malásia: - Institut Penyelidikan Getah Malaysia - 260 Jalan Ampang, 50450 - Kuala Lumpur, Malaysia Não existe nenhum laboratório no Brasil equipado para realizar este teste no momento. |
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| por Sergio Ribeiro em 26/2/2007. |
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| O QUE É O LÁTEX NATURAL? |
Extraído da seringueira (HEVEA BRASILIENSIS), contém borracha natural e outras substâncias da planta (seiva viva).
A borracha natural: Devido às suas características de elasticidade e maleabilidade única, a Borracha Natural é utilizada em mais de 40.000 produtos industrializados. Cerca de 400 produtos específicos da área hospitalar. Quem está exposto ao risco? - Pacientes com muitas hospitalizações. - Profissionais da área da saúde e da indústria de látex. - Pessoas que utilizam luvas de borracha regularmente (uso doméstico). - 1% da população com PRÉ-DISPOSIÇÃO. Qual a incidência? O problema surgiu após 1984 nos EUA. Profissionais da saúde sensibilizados nos EUA: - 1987 - 3% - 1996 - 10% (no Brasil ainda não temos estatísticas disponíveis) Como diagnosticar? Os testes disponíveis atualmente ainda são limitados, e apresentam falhas de 5% a 15%. Qual o Tratamento? - Primeira medida: interromper o uso de luvas de látex natural e consultar um alergologista. - Ainda não existe cura específica. - A melhor solução é a PREVENÇÃO. - Quem foi sensibilizado deve evitar qualquer contato com látex natural. Por que continua a crescer? Maior uso de luvas, durante mais tempo. A prática indevida do reuso de luvas retardou o aparecimento do problema, pois eliminava as proteínas. A busca por preços baixos reduziu qualidade de muitos fornecedores. Importação indiscriminada de produtos sem qualidade adequada. O que a indústria de látex pode fazer? Evitar produtos químicos com risco. Produzir luvas com baixo teor de proteínas através de uma lixiviação eficiente. |
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| por Sergio Ribeiro em 26/2/2007. |
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| O QUE É ALERGIA? |
Quando o corpo é invadido por agentes externos como bactérias, vírus, proteínas estranhas e substâncias químicas, o sistema imunológico identifica este corpo estranho e passa por uma reação que tem por objetivo a remoção do invasor.Para ser alérgica às proteínas do látex, a pessoa deve apresentar uma pré-disposição (anti-corpos) que pode ser identificada através de testes do tipo IGe.A alergia ao látex não pode ser adquirida ela é potencializada com o uso contínuo de produtos que contenham altos índices de proteínas.Quanto maior a exposição às proteínas do látex, maiores as probabilidades de surgirem os sintomas (reações dérmicas e do sistema respiratório).
Como podemos classificar as alergias? Irritant dermatitis Irritações localizadas nas áreas de contato da pele. Não envolve o sistema imunológico. Dermatitis Tipo IV Causadas por produtos químicos adicionados. Envolve o sistema imunológico. Reações alérgicas tipo IV - Sintomas mais comuns: Dermatites de contato alérgica, inchaços, rachaduras nas mãos, pápulas (elevações cutâneas). Normalmente associadas a produtos químicos. Surgem entre 24 a 48 horas após o contato com o produto. Reações sistêmicas Tipo I Reações alérgicas. Causadas por anti-corpos (IgE) às proteínas do látex. Reações alérgicas tipo I - Sintomas Mais Comuns: Urticárias de Contato, espirros, falta de ar, erupções cutâneas com prurido (coceiras). Associadas às proteínas do látes, aparecem imediatamente até 30 minutos após o contato com o produto. |
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| por Sergio Ribeiro em 26/2/2007. |
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